31 de outubro de 2010
27 de outubro de 2010
Você vive de sonhos ou de lembranças?
Aquela foi definitivamente a última vez que tentei te trazer pra mais perto. Se quiser ir, faça.
E se não for pedir muito, sem olhar para trás. Eu não quero ficar esperando ligações suas pra sempre…
Com um tempo, querendo ou não, todo mundo aprende que implorar por sentimentos alheios não funciona, que colocar frases enigmáticas na internet não muda nada – eles nunca entendem. Que tentar controlar o outro é maneira mais rápida de perder totalmente o controle. Que a melhor maneira de calor a boca do nosso coração é ocupar nossa mente. Que ser feliz sozinho pode ser difícil, mas com as pessoas erradas é ainda mais, quase impossível. Que a melhor vingança do mundo é ser feliz.
O que fez reparar em você não foi à cor do seu batom ou o tamanho dos seus cílios, mas sim a confiança que você sentiu usando um batom mais forte ou um rímel novo. Tudo depende da maneira com que você encara as coisas.
Acredite o tempo não resolve nada, o tempo apenas muda a ordem das coisas – e você sabe muito bem que é impossível viver só olhando pra frente. Todos nós somos formados de lembranças e sonhos, e o que nos diferencia é a maneira com que lidamos com eles.
Acredite o tempo não resolve nada, o tempo apenas muda a ordem das coisas – e você sabe muito bem que é impossível viver só olhando pra frente. Todos nós somos formados de lembranças e sonhos, e o que nos diferencia é a maneira com que lidamos com eles.
26 de outubro de 2010
remix século XX
Armar um tabuleiro de palavras-suvenirs
Apanhe e leve algumas palavras como suvenirs
Faça você mesmo seu micro tabuleiro enquanto o jogo lingüístico
Babilaque, pop, chinfra, tropicália, parangolé, beatick, vieticong,
bolchevique, technicolor, biquini, pagode, axé, mambo, rádio, cibernética;
Celular, automóvel, buceta, favela, liségico, maconha, ninfeta, megafone,
microfone, clone, sonar, sputinick, dada;
Sagarana, stéreo, subdesenvolvimento, existencialismo, fórmica, arroba,
antvírus, motossera, mega sena;
Cubofuturismo, biopirataria, dodecafônico, polifônico,
Naviloca, polivox, polivox..
Adriana Calcanhotto
Apanhe e leve algumas palavras como suvenirs
Faça você mesmo seu micro tabuleiro enquanto o jogo lingüístico
Babilaque, pop, chinfra, tropicália, parangolé, beatick, vieticong,
bolchevique, technicolor, biquini, pagode, axé, mambo, rádio, cibernética;
Celular, automóvel, buceta, favela, liségico, maconha, ninfeta, megafone,
microfone, clone, sonar, sputinick, dada;
Sagarana, stéreo, subdesenvolvimento, existencialismo, fórmica, arroba,
antvírus, motossera, mega sena;
Cubofuturismo, biopirataria, dodecafônico, polifônico,
Naviloca, polivox, polivox..
Adriana Calcanhotto
25 de outubro de 2010
A final, if you can dream it, you can do it!
Um belo porre, acordar daquele sonho maravilhoso, tão perto do desfecho. Aquele sonho que a gente cobre a cabeça pra ver se consegue voltar, mas de nada adianta. Mesmo assim, levantamos e chegamos cambaleando ao espelho, onde passamos horas e horas repassando vagamente cada lapso do que ainda está “fresco” na memória, tentando ir mais além. É o que eu chamo de “Síndrome de Wonderland”: mudar de cenário repentinamente e jamais negar que aquilo, de fato, fora real. Não tem como desplugar nosso psicológico e mandá-lo pra cama. Ele funciona como uma criança teimosa: além de sempre deixar à deriva situações embaraçosas, finge que dorme, quando na verdade passa madrugadas criando e assistindo o grande cartoon que foi o nosso dia. Nos perturba por coisas insignificantes e sempre precisa de um novo brinquedinho para se ocupar. Clarinetes, tambores e corais angelicais para o anúncio da noite: crianças não mentem! Sim, é isso mesmo. Por mais que coisas bizarras subam no palco do seu subconsciente, sonhos não são “sinais” como dizem, e sim reflexos daquilo que almejamos de forma mais sincera. Vêm como portas para talvez abrir nossa percepção, ora para esclarecer o óbvio e encorajar nossa determinação, ora para mostrar a outra opção, até então no banco de reserva, quase que descartada. Seja para coisa ou outra, o importante é não levar tanto em consideração, mas não ignorar. O essencial da vida é reservar alguns instantes para aprender a voar e nunca mais colocar os pés no chão. No alto não há pedras no caminho! Jamais meça seus sonhos, mas não se perca dentro deles.
24 de outubro de 2010
Lenine - Paciência.
um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para. Enquanto o tempo acelera e pede pressa, eu me recuso faço hora vou na valsa, a vida e tão rara . :) Enquanto todo mundo espera a cura do mal, e a loucura finge que isso tudo é normal, eu finjo ter paciência .. O mundo vai girando cada vez mais veloz, a gente espera do mundo e o mundo espera de nós, um pouco mais de paciência. Será que é o tempo que lhe falta pra percebe? Será que temos esse tempo pra perder ? E quem quer saber ?! A vida é tão rara .21 de outubro de 2010
21:18
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
William Shakespeare.
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
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